A Maia é a maior!
E a nova "vó Conceição" e o Gaspar e a Laura!
(estes dois últimos são os maiores só quando estão a mais de meio metro e não se dirigem ameaçadoramente na minha direcção, claro.)
O Gaspar é o filho da Maia, vai fazer 20 meses e tem uma irmã mesmo gira que é a Chelsea (quando for grande estou a pensar em arranjar uma namorada assim;). O Gaspar é o meu idolo pois anda de um lado para o outro em pé, fala de uma maneira engraçada, tem brinquedos muito giros que me deixa abocanhar e não me abraça apertado assim tantas vezes.
A avó Conceição é dele, mas tem uns olhos azuis tão grandes e doces que cabemos lá todos, o Gaspar e a Chelsea, eu e a Laurinha.
A Laura é um portento. Não pára quieta, sentada pachola como eu. Não. A miúda já gatinha há mais de um mês - começou a deslocar-se para trás, ainda tenho de lhe perguntar como deu a volta para andar em direcção ao objectivo e não para trás, dá-me umas ganas, grrr - e agora agarra-se e levanta-se e quase parece o Gaspar, a não ser que ainda cai e tem as pernicas tremelicas e de vez em quando faz doi-doi. Por mim tudo bem, desde que não me agarre as orelhas para se levantar, tá-se bem.
Mas lá está outra vez, a miúda não pára, quando se me fecham os olhos ela está acordada e quando os abro de novo lá está a Laurinha ainda, qual sereia, diz a Maia, pois ela gatinha rapidamente numa técnica de dar à perna que eu ainda não domino. Também gosto dos nomes que a vó Conceição lhe chama, lagartixa remexida, lagartinha, eheheh. Não sei o que são mas soam bem.
Vamos lá a assentar o que me levou aqui a comentar isto com vocês: a maior mesmo mesmo é a Maia.
Viva a Maia que nos fez felizes a todos. A Mãe já consegue trabalhar qualquer coisa, o pai dorme mais um bocadito e eu gosto mesmo de lá estar.
Até já conheço o caminho de volta para casa: a florista da esquina onde a Bianca me diz adeus, os meninos chineses das lojas ao lado, o pessoal da Índia bem bronzeado e que me sorri de dentes brancos, toda a gente é simpática para quem já é uma estrela ali ao Martim Moniz. E ainda tem bónus: a mãe leva-me muitas vezes ao jardim dos patos e dos piu pius e do cão, antes de irmos para casa. O jardim é de Santana mas não é do foleiro de cabelo lambido. Depois voltamos a pé para casa, a subir devagarinho, o sono a chegar dentro do pano, o adorado biberão à espera... nham nham.
Ah e parece que estou grande que nem um menino grande, que dei um salto e cresci.
Deve ser do adubo que a Maia nos põe nos pés e no coração.
(estes dois últimos são os maiores só quando estão a mais de meio metro e não se dirigem ameaçadoramente na minha direcção, claro.)
O Gaspar é o filho da Maia, vai fazer 20 meses e tem uma irmã mesmo gira que é a Chelsea (quando for grande estou a pensar em arranjar uma namorada assim;). O Gaspar é o meu idolo pois anda de um lado para o outro em pé, fala de uma maneira engraçada, tem brinquedos muito giros que me deixa abocanhar e não me abraça apertado assim tantas vezes.
A avó Conceição é dele, mas tem uns olhos azuis tão grandes e doces que cabemos lá todos, o Gaspar e a Chelsea, eu e a Laurinha.
A Laura é um portento. Não pára quieta, sentada pachola como eu. Não. A miúda já gatinha há mais de um mês - começou a deslocar-se para trás, ainda tenho de lhe perguntar como deu a volta para andar em direcção ao objectivo e não para trás, dá-me umas ganas, grrr - e agora agarra-se e levanta-se e quase parece o Gaspar, a não ser que ainda cai e tem as pernicas tremelicas e de vez em quando faz doi-doi. Por mim tudo bem, desde que não me agarre as orelhas para se levantar, tá-se bem.Mas lá está outra vez, a miúda não pára, quando se me fecham os olhos ela está acordada e quando os abro de novo lá está a Laurinha ainda, qual sereia, diz a Maia, pois ela gatinha rapidamente numa técnica de dar à perna que eu ainda não domino. Também gosto dos nomes que a vó Conceição lhe chama, lagartixa remexida, lagartinha, eheheh. Não sei o que são mas soam bem.
Vamos lá a assentar o que me levou aqui a comentar isto com vocês: a maior mesmo mesmo é a Maia.Viva a Maia que nos fez felizes a todos. A Mãe já consegue trabalhar qualquer coisa, o pai dorme mais um bocadito e eu gosto mesmo de lá estar.
Até já conheço o caminho de volta para casa: a florista da esquina onde a Bianca me diz adeus, os meninos chineses das lojas ao lado, o pessoal da Índia bem bronzeado e que me sorri de dentes brancos, toda a gente é simpática para quem já é uma estrela ali ao Martim Moniz. E ainda tem bónus: a mãe leva-me muitas vezes ao jardim dos patos e dos piu pius e do cão, antes de irmos para casa. O jardim é de Santana mas não é do foleiro de cabelo lambido. Depois voltamos a pé para casa, a subir devagarinho, o sono a chegar dentro do pano, o adorado biberão à espera... nham nham.
Ah e parece que estou grande que nem um menino grande, que dei um salto e cresci.
Deve ser do adubo que a Maia nos põe nos pés e no coração.
